
Há muitos, muitos anos, uma menina Moura estava a lavar as suas enxadas, ancinhos e outros instrumentos agrícolas, que eram tão amarelos como o ouro, numa presa que ficava na encosta da Citânia de Sanfins.
De repente apareceu um rapaz que pretendia soltar a água da presa, mas a menina pediu- lhe para esperar um pouco até ela terminar de lavar os instrumentos agrícolas.
O rapaz não atendeu ao pedido da moura, então ela pronunciou algumas palavras, lançando um feitiço à água da presa.
A lavadeira prometeu que nunca mais ninguém chegaria a regar com a água desta fonte.
O rapaz, que ficou assustado e muito pálido, desatou a fugir pois pensava que era obra do demónio.
O castigo não tardou...
Dias depois, o rapaz voltou à presa pois pretendia regar os campos, mas verificou que a água já não corria como anteriormente.
O rapaz ficou à espera que a água voltasse a correr pelos campos, mas isso não aconteceu.
Então reparou que o rego por onde corria a água apenas estava orvalhado e mais espantado ficou ao ver que a pouca água que nascia, logo desaparecia por entre as pedras.
O camponês lembrou-se das palavras da moura: «...nunca mais ninguém regará com esta água... nem uma erva...».
Se esta história é verdadeira ou não, não sabemos, mas ainda hoje não se aproveita a água da fonte, pois ela desaparece a poucos passos da nascente.
EB1 Confraria nº 1 – Sanfins de Ferreira
De repente apareceu um rapaz que pretendia soltar a água da presa, mas a menina pediu- lhe para esperar um pouco até ela terminar de lavar os instrumentos agrícolas.
O rapaz não atendeu ao pedido da moura, então ela pronunciou algumas palavras, lançando um feitiço à água da presa.
A lavadeira prometeu que nunca mais ninguém chegaria a regar com a água desta fonte.
O rapaz, que ficou assustado e muito pálido, desatou a fugir pois pensava que era obra do demónio.
O castigo não tardou...
Dias depois, o rapaz voltou à presa pois pretendia regar os campos, mas verificou que a água já não corria como anteriormente.
O rapaz ficou à espera que a água voltasse a correr pelos campos, mas isso não aconteceu.
Então reparou que o rego por onde corria a água apenas estava orvalhado e mais espantado ficou ao ver que a pouca água que nascia, logo desaparecia por entre as pedras.
O camponês lembrou-se das palavras da moura: «...nunca mais ninguém regará com esta água... nem uma erva...».
Se esta história é verdadeira ou não, não sabemos, mas ainda hoje não se aproveita a água da fonte, pois ela desaparece a poucos passos da nascente.
EB1 Confraria nº 1 – Sanfins de Ferreira
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